sábado, 27 de fevereiro de 2010

SHII a versão feminina do WII



Percebi que estou muito fora do motivo original do blog, então para amenizar a fúria masculina, e adoçar os finais de semana das mulheres, está aí a inovação da semana.


Uma das alegrias dos homens é jogar vídeo-game, é raro um de nós dizer que não gosta, e é fato, as mulheres não gostam de vídeo-game, preferem conversar sobre o dia (o que a menina estava usando, o que a outra disse da tal menina que usava aquele lenço horrível etc..), mas lançaram um novo vídeo-game que vai trazer as mulheres para o mundo do entretenimento virtual, é o SHII a versão feminina do WII, veja o vídeo para entender melhor.

Saudações masculina. “BURRRRRrrrrr”

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Brincando de Deus

Recentemente fui solicitado para participar de uma correção de provas (conhecimento geral).

Senti borboletas no estômago quando comecei a corrigir as provas, embora sejam perguntas onde havia um gabarito para corrigí-las, me senti esquisito e pensava em cada questão que eu anotava 0,2, 0,1. E se eu errasse na correção? Se eu desconsiderasse algum ponto importante? E se eu simplesmente errasse na soma? Eu estaria estragando a vida daquela pessoa X, talvez essa pessoa naquele momento estava em casa, olhando o site constantemente, mesmo, ainda, não sendo a hora que o resultado estaria disponível (eu já fiz isso). Quando finalmente o resultado saísse, ele descobriria que reprovou por um décimo, o décimo que eu por bobeira anotei errado ou desconsiderei erroneamente. Eu teria estragado a vida dessa pessoa. Agora penso nos meus mestres, será que eles pensam assim como eu em cada nota esferografada na prova? Eu acho que não, aparentemente virou mecânico esse ritual de correção, percebi isso nos outros professores que faziam a mesma correção. Cada risco, cada arredondamento de nota para baixo, cada pressuposição do corretor, pode mudar a vida de uma pessoa para sempre, posso estar exagerando, mas penso agora sobre o poder da caneta. O poder de mudar destinos.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

A utopia feminina



Ps: Isso é apenas ficção.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

MEXENDO NA BOLSA ALHEIA


Enquanto não tenho reforços, estarei aqui tentando escrever sobre tudo.
A muito tempo atrás (1 semana) eu prestei vestibular para Marketing. O que me preocupava era e a redação, faz mais de 6 anos que eu não assisto TV e nem leio o jornal, (somente o ♫ ♫ ♫ ♫ Correio do cidadão... ♫ . correio do cidadaão.. ♫  Correio do Cidadadaaaaaooão, ♫ ♫ ♫ ♫)  Então o único conhecimento da atualidade que eu tenho (noticias em geral) era os acontecimentos regionais que eram mostrados no Bocasanta (isso porque escutava as fofocas das mulheres de plantão)  e para piorar, ainda esqueci que tinha o bendito vestibular, nem pude me preparar, então pensei “Vou ler alguma coisa agora em sites populares” (isso era 23h30, vestibular quando o sol nascesse) daí lembrei do que disseram para mim “Marmelada na hora da morte.....”  alguma outra coisa que não me recordo agora, (um parêntese, quem pede marmelada na hora da morte? Eu iria pedir algo mais benéfico, uma cura por exemplo, ou sorvete de flocos, adoro sorvete do flocos)  então, resolvi dormir. No outro dia fui com a cara e a coragem e um PSP (Play Station Portable, eu acho) aguardei um tempo “tale e coisa e coisa e tale” logo entrou a moça com as provas da redação e passou o primeiro tema, que era “A autoestima ajuda na carreira profissional?” Então pensei, “Nada que eu não possa usar um embrometion” Dai a moça das provas disse, “Lembrando que são duas redações, ou seja, tem que fazer duas em 1h30” sem pressão é claro, então ela passou o segundo tema, eu comecei a dar risada, devem ter achado que eu era maluco, mas tudo bem era um tema que eu dominava, ou melhor, a Larissa a Maju a Graci a Wall etc... dominavam, eu apenas surrupiei as idéias. O tema? “Ainda temos machismo na sociedade, cite alguns exemplos” Nem era uma pergunta era uma afirmação (talvez não estivesse nessas palavras, mas algo parecido) eu não poderia nem discordar se há machismo ou não, eu tive que defender as praticas feministas. Basicamente usei o texto da Larissa sobre as feministas que queriam a campanha e o caso da Mari “Policioua”. Então por isso não comentarei nada contra vocês, mulheres.  Obrigado.

Obs: acho que escrevi maxismo na prova, qual o certo? Espero que a nova gramática tenha se adaptado a minha prova.
Obs II: Nada de resposta: “O maxismo/machismo não é certo de nenhuma forma..”  ¬¬

O que é correto?

A Graci pediu e aqui está um novo post. (Graci só para explicar minha demora, essa é uma “qualidade” do homens, preguiça, digo, ter muito trabalho, tinha muita coisa para fazer e por isso não consegui postar nada) mas, aproveitando que eu ia responder um posto do HCR, resolvi não responde-lo e posta-lo aqui.

No post do HCR (Blog (www.mexendonabolsa.blogspot.com.br) ele falou sobre o preconceito que ainda existe para a classe homossexual principalmente no que se diz respeito à profissão. Não sei por que, mas lembrei daquele episodio da família dinossauro onde o Bob (o filho mais velho do Dino) foi ao Mago do Trabalho para saber o que ele iria fazer o resto da vida (era assim que os Dinossauros conseguiam emprego). E se fosse um dinossauro gay? Ele iria dizer: ”Nome? - Orientação sexual? – Você é Gayssauro? – Então sua profissão é cabeleireiro! – Próximo!”

Na verdade o que eu queria dizer não é bem sobre o preconceito que o HCR comenta. Mas sobre uma frase que me chamou a atenção, fiquei possesso sobre um acontecimento passado, e queria falar sobre, mas não tinha um gancho, e essa frase veio a calhar. O Mr. HCR disse “Minha sexualidade não me define. Tenho nome, tenho atributos, tenho defeitos, tenho família, amigos, tenho tudo o que um ser humano pode ter. Só me falta às vezes ser tratado como alguém que tenha tudo isso.”

Mr. Acho que o preconceito sempre vai existir, pois os próprios homossexuais são preconceituosos. Eu sei que não são todas as pessoas que pensam igual a mim. Tudo o que você falou ali sobre ver as qualidades das pessoas e não a sua orientação sexual, e devo acrescentar cor, sexo, classe social, etc. É o que eu tento fazer todos os dias. E trato meus amigos dessa classe excluída da mesma forma, não por obrigação sociocultural mas por que sou assim, não vejo diferença entre zeladoras e professoras (trazendo para o meu cotidiano) nem de bibliotecárias para pró-diretores ou gays e heteros, cada um traz sua contribuição para humanidade, e deve ser respeitado, com suas qualidades e defeitos. Talvez esse seja o meu defeito, ver o lado bom das pessoas, e por isso me complicar as vezes. Porque comentei isso? Somente porque tratei um gay da forma como você descreveu, e por fazer isso, fui considerado gay e boatos foram espalhados para os quatro cantos (do mundo redondo) que eu era gay. Simplesmente por tratar um gay como humano, como eu trato qualquer pessoa. Não Mr. HCR, não foi um hetero que me viu conversando com esse gay e espalhou isso, foi o próprio gay em questão, segundo os boatos, o mesmo disse: “Ele conversa com a gente, nos trata bem, ele não nos xinga, se fazemos piadas, ele ri, ele é gay” entre outras coisas, que não compensa comentar aqui. Acho que ele pensa ao contrario de você, acho que ele prefere ser tratado como uma praga, algo que deva ser eliminado, o que ele esperava de mim? Um murro na boca e piadas com palavras ofensivas? Talvez isso na visão dele seria o suficiente para me classificar “Esse sim é homem!”.

Então MR. HCR faço votos que o seu sonho se realize, só vou tentar melhorar um pouco a sua frase “seres humanos tem que ser tratados como seres humanos” não somente às vezes. Mas se alguns querem ser tratados como lixos talvez eles devessem ser tratados como tal.

Mas, como disse Martin Luther King

"A covardia coloca a questão, `É seguro?´ O comodismo coloca a questão, `É popular?´ Mas a consciência coloca a questão, `É correto?´ E chega uma altura em que temos de tomar uma posição que não é segura, não é elegante, não é popular, mas o temos de fazer porque a nossa consciência nos diz que é essa a atitude correta"


quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Agora sim vou ao futebol!



Ainda estou escalando o time.


Mas que time é o seu? Bom, deixemos para lá essas conversas “futebolescas”, aqui falaremos mal das mulheres (humm melhor não! Elas são legais as vezes, e onde eu trabalho tem muitas mulheres e escadas, e elas podem não gostar)...=/ ....Então falaremos sobre qualquer coisa! Ou melhor, mostraremos que somos mais do que abridores de conservas e carregadores de compras, que não damos a luz, e nem queremos, mas sabemos trocar uma lâmpada como ninguém, e podemos sim lavar a louça, (se a nossa artrite deixar).


Xingue-nos se for preciso! Mas antes busque uma cerveja, e vamos assistir ao jogo, porque ele acabou de começar!